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quinta-feira, 10 de julho de 2025

 

Uma questão de paisagem!


O cenário circundante, tantas vezes montado mesmo à frente do nosso nariz. A ousadia de tantos e de muitos que não hesitam em tentar transformar o correto em incorreto. Além de ousados, são extremamente evasivos. Acham-se no direito de tentar entrar na minha própria casa sem o meu consentimento e sem capacidade para anteverem as consequências que sobre eles recaem, atitudes dessa natureza. Sem nada, sem motivos que o justifique. Vivem numa constante  atitude diária de quem maquina esquemas falsos e mentirosos para tentar incriminar, quando os criminosos são eles. 
O espaço que se destina a momentos de lazer, está a ser transformado numa espécie de museu ao ar livre. A colocação de pedras monumentais e mais coisas do género. A acrescentar há que os sentimentos são para ser sentidos e saber retribuir é uma condição necessária. 
Como tal, dignificando o meu direito à vida, sinto-me na obrigação de desejar o mesmo àqueles que me desejam mal. 
Passam dias e dias a mover-se pelos caminhos por onde passo, à volta do meu prédio, mesmo no interior do prédio que lhes parece que já podem fazer tentativas inventivas para incomodar, a tentar fazer o mal. 
A gente dessas caraterísticas inevitavelmente, é necessário desejar exatamente o mesmo e numa grandiosa fé de que Deus será capaz de fazer essa justiça por mim. São de uma espécie insuportável, não respeitam os meus direitos, a minha vida, vivem focados, diariamente na minha vida a tentar montar esquemas de mentiras. fraudulentos. Tem um comportamento doentio que demonstram ser completamente passados ao ponto, de claramente demonstrarem isso, para tentar dizer que sou eu. Mas não sou eu que tenho problemas, pois eu sei pensar, agir, ocupar o meu lugar e sei muito bem até onde posso ir. É certo que não sou perfeita, pois como toda a gente tenho os meus defeitos. 
Numa grande clareza tenho a noção do que sou, quem sou e que tipo de capacidades tenho. Conheço-me muito bem, sei reconhecer o meu próprio valor e sei que por vezes erro, não é por não saber. É porque acontece, isso faz parte da lei da normalidade do ser humano. 
Nunca erros graves e grosseiros como esse tipo de gente. Aliás nunca erros de categoria danosa que me tenha prejudicado ou prejudicado outros.
Há gente que tanto aprendeu comigo e que tanto ajudei, nem reconheceram o valor e nem souberam perceber, reconhecer o quanto pouparam. 
Viveram anos e anos numa atitude de ingratidão difamatória, mas sempre a tentar cobiçar, imitar o que é meu, mesmo o que é inato. 
É impressionante, a figuração que usam para esconder o rosto da maldade que carregam no corpo, maldade que praticam e maquinam a cada minuto do dia, da noite, o tempo todo. 
Gente de olhar nocivo, que talvez veja em mim como eles são ruins. Praticar determinados atos e dizer tantas mentiras. 
Caros leitores blogueiros, garanto que não tem motivo nem razão para fazer isso com a minha vida. É autêntica malvadez de quem é malvado. Andam todos os dias a meter nojo, tipo vestem os piores trapos e usam as feiosas máscaras para quase tropeçar neles em cada canto, esquina das ruas e no ambiente circundante do prédio, seu respetivo interior. 
Isso não se pode chamar de trabalho, mas pode-se chamar de manobras perigosas da ruindade de gente que desencadeia guerras não só para comigo, mas com ela própria. Pois isso está-lhes nas entranhas e não sabem viver de outra forma. 
São uma gente propensa a conflitos interiores e exteriores. Carregam no seu interior a ânsia de ferir os bons, os melhores, os íntegros. São doentios e à sombra da sua própria profissão fazem mal a tanta gente. 
São tantos aqueles que não desconfiam que estão a ser alvo desse tipo de maldade. 
Não pensem os ricos que não lhe fazem isso, porque sei muito bem que fazem e percebo na sua própria apresentação, na imagem que já foram vitimas de determinadas doses de maldade desse tipo. 
São atingidas todas as classes sociais e alguns riem de nós e ajudam esse tipo de gente a fazer-nos o mal. Quando tantas vezes já lhe fizeram também e sempre que tiverem uma oportunidade voltam a fazer. 
Tenham juízo nunca colaborem com esse tipo de gente, para o vosso bem e para o bem de todos. A covardia que escondem por detrás de uma aberrante máscara. 
Nunca pense que é a mesma coisa daqueles que escondem um olhar de admiração por algum de nós e que por circunstâncias da vida não pode mostrar/dar a cara por nós. Mesmo escrevendo muito sobre este assunto, é difícil escrever tudo. 
Agridem quando sabemos mais que eles, torturam para impedir que possamos usufruir do que é nosso por direito, de forma a que a nossa vida não decorra conforme a normalidade, na qualidade a que temos direito. 
Numa clara atitude de doentios não sabem lidar com os próprios  maus sentimentos, são a sua tormenta que tentam dissimular nos piores atos que praticam. 
Assim é da minha janela e em toda a parte que é cidade. 
Os caminhos estão cheios de gente aberrante, desprovida de qualidade e bom aspeto. Talvez depois de perceber esta cruel realidade, muita gente possa ter perdido a verdadeira importância. 
A importância que lhe dei e que na realidade não foi merecida.


In daminhajanela abs 08-07-2025


terça-feira, 3 de maio de 2022

 

Se pudesse pegava na minha casa e levava-a para bem longe!

Atravessava continentes, mares e oceanos. Chegaria certamente ao mundo impensável, onde a vida seria possível sem represálias.

Onde os seres egoístas sem coração e os tinhosos a desejarem o mal, não existiriam.

Simplesmente, levava comigo a casa e quem verdadeiramente gosta de mim. Aqueles que desejam o meu bem e contribuiriam para o meu bem estar. Assim como para o deles também.

Onde o reconhecimento das qualidades  fosse inquestionável. O lugar mais desejado e idealizado, que permitiria viver confortavelmente ao meu gosto sem que nada me faltasse. Ao mesmo tempo sem exageros, que a nobreza dos seres se fizesse sentir.

Na possibilidade de poder ter a minha casa, onde realmente o meio fosse mais favorável e desejado.

Se fosse possível!

Quantas pessoas haverá com desejos desta natureza ou idênticos a estes!?

Um número incalculável possivelmente.

Desejos que os haja!

Qualidade de vida que nunca me falte.


In daminhajanela abs 03/05/2022






segunda-feira, 28 de março de 2022

 

Obras em tempo de guerra!  




Como se percebe, a altura não é a mais propicia para pagar, fazer obras de cobertura ["telhado"] de prédio. Se de facto as pessoas, já tem algumas dificuldades no pagamento, a guerra Rússia - Ucrânia agravou mais o assunto. Os preços estão a subir em flecha e o ramo mais afetado é o alimentar. Sem comer ninguém vive, primeiro está a alimentação e depois o betão. Assim também, como bens de primeira necessidade gás e luz, gasolina e gasóleo.

Algumas pessoas ainda apresentam débitos, nesta informação de convocatória 1ª do ano 2022, em anexo da mesma. Sendo assim, veremos o que será aprovado e apresentado.

Se calhar angariaram dinheiro através de algum 😀? serviço (ex. chamadas telefónicas, etc.) e tem a obra garantidamente paga. O governo financia, através de alguns projetos ambientais, fundo ambiental.

Eu paguei e pago!! 

(...)

Para uns ajuda - para outros afronta!

Pagar e fazer obras em tempo de guerra!


In daminhajanela abs 28/03/2022

sexta-feira, 28 de janeiro de 2022

 

Estavam a pedi-las!


Aqueles que ousadamente invadem a nossa privacidade sem o mínimo de pudor. Como que numa atitude de extravaso-te as entranhas, distorço os teus movimentos, os teus gestos, transformo-te num ser miserável. Transformo a tua agradável forma de falar em gritos, distorço a voz para te incomodar e a ver se te destabilizo.

Vivemos focados nas tuas janelas noite e dia, para explorar a tua existência como chulos que exploram putas de rua. Como que detentores do direito a que não temos direito ousamos passar à tua frente com câmaras profissionais que habitualmente se veem na tv a filmar programas diretos, por exemplo. O que nos permite levar as pessoas para a tv e fazer programas, mesmo a muitas dessas também as prejudicamos. Alguns dos teus amigos conseguimos comprá-los dessa forma. A ti transformamos-te numa refém apetecível, impedimos que possas viver como tens direito. O que de mais belo possas ter transformamos em erro. Tudo aquilo que é normal numa pessoa apontamos como errado, assim como [um ai, um suspiro, um tossir de engasgo, um caraças (...)] Porque reagir a uma situação, a um comportamento é perfeitamente normal e normal não seria se não soubéssemos reagir.

- Essa gente não tem esse direito, são perigosos e desequilibrados que tentam transpor isso para nós. Não sabem viver de outra forma, se não a prejudicar quem nunca lhes fez mal. São daquele tipo de pessoas que se acham os melhores e basta olhar para o comportamento descrito para perceber que não valem nada. Permanecem o tempo inteiro numa atitude de espiões do mal. A solução para epidémicos dessa natureza, - é privá-los da visibilidade total através das janelas

Optar por cortinas opacas e reforçar a duplicidade das mesmas! Estavam a pedi-las - espiem agora!

Bandidos descarados!

A propósito deste assunto, entendo agora a forma como muitas pessoas conseguiam estar em casa com as persianas e janelas fechadas. Isto no desenvolver de alguns dos meus contatos de trabalho, que ao tocar-lhes à campainha dava a sensação que não estava ninguém em casa. Apareciam do interior da casa e falavam normalmente em colaboração do meu trabalho comercial/marketing, que não implicava entrar na privacidade das pessoas [abordagem à porta/portão em resposta a um questionário] Nunca lhes perguntei, no entanto agora sei que era por uma questão de privacidade. Não moravam em prédios, mas em casas com espaço de distância considerável das outras, aparentemente estavam protegidos. Talvez aparentemente para quem por ali passava, mas certamente precisavam de se proteger dessa forma [persianas fechadas] Dava mesmo a sensação que não estavam em casa. Na realidade estavam e colaboravam no meu trabalho.

Os olhos são para ver, mas certas pessoas não são em termos de ver nada.

Estão repletos de maldade e transformam tudo em mal. Tentam controlar a nossa vida sem direito com o objetivo de nos prejudicarem. Quando conseguimos perceber a tempo, conseguimos adotar forma de nos proteger. Mas muitas pessoas foram prejudicadas dessa forma e nunca perceberam. Não lhes custa nada comprar pessoas [colaboradores] Pois as outras pessoas contribuem para isso, basta fazerem uma chamada de custo acrescido mais [IVA] A pouco e pouco exploram uns e compram outros. Este é o funcionamento deles!

Estavam a pedi-las faz muito tempo - espiem agora - comprem agora - exponham agora - distorçam agora - enganem agora (...)

Tenham o mínimo de respeito pela vida das pessoas!


In da minhajanela abs 28/01/2022




terça-feira, 19 de outubro de 2021

                                                                                      Histórias reais do riso!



Desde da casa à escola!

Desde a infância à idade adulta!

No trabalho!


Numa autêntica reação normal, rir daquilo que são posturas menos comuns e incorretas.

As gargalhadas de riso que fazem doer a barriga - o riso de fazer chorar de tanto rir

Quem será que nunca teve momentos assim!?

Alguns dos meus momentos de riso - aquelas gargalhadas que tem razão de ser - o que as provocou/tornou  tão saborosas.




[rir do que outros dizem/fazem e fazer rir]




Quando os mais novos, na infância gostam da nossa boa disposição, o expandir alegria e felicidade numa correta forma de bem falar.

[comunicativa]

Assim era eu e o meu irmão pequenino chamava-me [anuca] em vez de [Ana] pois estava numa fase inicial de começar a falar.





[o mais novo chamava-me pelo nome de forma incorreta - [anuca] que virou moda]

[o meu irmão mais novo gostava da minha presença e tentava imitar-me]



Na adolescência, são eles que chegam do café e nos contam o que certos adultos dizem, numas frases que inevitavelmente me faziam rir á gargalhada.



Achava piada à forma como os olhos azuis dele expressavam a vontade de rir, no exprimir em palavras certas barbaridades que mais concretamente "uma espécie de cromos que bebiam e falavam no café"]



Entendíamos bem tudo, sabíamos a forma correta de falar e dizer as coisas.

Eramos quatro e partilhávamos desses momentos!


 [partilhávamos ao mesmo tempo de outras coisa!]


[tipo bolos dan cake que comprávamos para além daqueles que a minha mãe nos comprava]

Com as nossas economias/trocos/moedas, o dinheiro que nos davam para comprar material escolar.

[alguns exemplos]




[bolo de laranja dan cake]


                                       

[torta com recheio de chocolate e avelã]
[porto ferreira]
[porto offley]
[porto velhotes]
[moscatel de favaios]
                      
[meia lua mármore]       

                                                                   [e outros]


daminhajanela

  Uma questão de paisagem! O cenário circundante, tantas vezes montado mesmo à frente do nosso nariz. A ousadia de tantos e de muitos que nã...

Ave de voo