Uma questão de paisagem!
Uma questão de paisagem!
Se pudesse pegava na minha casa e levava-a para bem longe!
Obras em tempo de guerra!
Algumas pessoas ainda apresentam débitos, nesta informação de convocatória 1ª do ano 2022, em anexo da mesma. Sendo assim, veremos o que será aprovado e apresentado.
Se calhar angariaram dinheiro através de algum 😀? serviço (ex. chamadas telefónicas, etc.) e tem a obra garantidamente paga. O governo financia, através de alguns projetos ambientais, fundo ambiental.
Eu paguei e pago!!
(...)
Para uns ajuda - para outros afronta!
Pagar e fazer obras em tempo de guerra!
In daminhajanela abs 28/03/2022
Estavam a pedi-las!
Aqueles que ousadamente invadem a nossa privacidade sem o mínimo de pudor. Como que numa atitude de extravaso-te as entranhas, distorço os teus movimentos, os teus gestos, transformo-te num ser miserável. Transformo a tua agradável forma de falar em gritos, distorço a voz para te incomodar e a ver se te destabilizo.
Vivemos focados nas tuas janelas noite e dia, para explorar a tua existência como chulos que exploram putas de rua. Como que detentores do direito a que não temos direito ousamos passar à tua frente com câmaras profissionais que habitualmente se veem na tv a filmar programas diretos, por exemplo. O que nos permite levar as pessoas para a tv e fazer programas, mesmo a muitas dessas também as prejudicamos. Alguns dos teus amigos conseguimos comprá-los dessa forma. A ti transformamos-te numa refém apetecível, impedimos que possas viver como tens direito. O que de mais belo possas ter transformamos em erro. Tudo aquilo que é normal numa pessoa apontamos como errado, assim como [um ai, um suspiro, um tossir de engasgo, um caraças (...)] Porque reagir a uma situação, a um comportamento é perfeitamente normal e normal não seria se não soubéssemos reagir.
- Essa gente não tem esse direito, são perigosos e desequilibrados que tentam transpor isso para nós. Não sabem viver de outra forma, se não a prejudicar quem nunca lhes fez mal. São daquele tipo de pessoas que se acham os melhores e basta olhar para o comportamento descrito para perceber que não valem nada. Permanecem o tempo inteiro numa atitude de espiões do mal. A solução para epidémicos dessa natureza, - é privá-los da visibilidade total através das janelas.
Optar por cortinas opacas e reforçar a duplicidade das mesmas! Estavam a pedi-las - espiem agora!
Bandidos descarados!
A propósito deste assunto, entendo agora a forma como muitas pessoas conseguiam estar em casa com as persianas e janelas fechadas. Isto no desenvolver de alguns dos meus contatos de trabalho, que ao tocar-lhes à campainha dava a sensação que não estava ninguém em casa. Apareciam do interior da casa e falavam normalmente em colaboração do meu trabalho comercial/marketing, que não implicava entrar na privacidade das pessoas [abordagem à porta/portão em resposta a um questionário] Nunca lhes perguntei, no entanto agora sei que era por uma questão de privacidade. Não moravam em prédios, mas em casas com espaço de distância considerável das outras, aparentemente estavam protegidos. Talvez aparentemente para quem por ali passava, mas certamente precisavam de se proteger dessa forma [persianas fechadas] Dava mesmo a sensação que não estavam em casa. Na realidade estavam e colaboravam no meu trabalho.
Os olhos são para ver, mas certas pessoas não são em termos de ver nada.
Estão repletos de maldade e transformam tudo em mal. Tentam controlar a nossa vida sem direito com o objetivo de nos prejudicarem. Quando conseguimos perceber a tempo, conseguimos adotar forma de nos proteger. Mas muitas pessoas foram prejudicadas dessa forma e nunca perceberam. Não lhes custa nada comprar pessoas [colaboradores] Pois as outras pessoas contribuem para isso, basta fazerem uma chamada de custo acrescido mais [IVA] A pouco e pouco exploram uns e compram outros. Este é o funcionamento deles!
Estavam a pedi-las faz muito tempo - espiem agora - comprem agora - exponham agora - distorçam agora - enganem agora (...)
Tenham o mínimo de respeito pela vida das pessoas!
In da minhajanela abs 28/01/2022
Histórias reais do riso!
Desde a infância à idade adulta!
No trabalho!
Numa autêntica reação normal, rir daquilo que são posturas menos comuns e incorretas.
As gargalhadas de riso que fazem doer a barriga - o riso de fazer chorar de tanto rir
Quem será que nunca teve momentos assim!?
Alguns dos meus momentos de riso - aquelas gargalhadas que tem razão de ser - o que as provocou/tornou tão saborosas.
Quando os mais novos, na infância gostam da nossa boa disposição, o expandir alegria e felicidade numa correta forma de bem falar.
[comunicativa]
Assim era eu e o meu irmão pequenino chamava-me [anuca] em vez de [Ana] pois estava numa fase inicial de começar a falar.
Na adolescência, são eles que chegam do café e nos contam o que certos adultos dizem, numas frases que inevitavelmente me faziam rir á gargalhada.
Achava piada à forma como os olhos azuis dele expressavam a vontade de rir, no exprimir em palavras certas barbaridades que mais concretamente "uma espécie de cromos que bebiam e falavam no café"]
Entendíamos bem tudo, sabíamos a forma correta de falar e dizer as coisas.
Eramos quatro e partilhávamos desses momentos!
[partilhávamos ao mesmo tempo de outras coisa!]
[tipo bolos dan cake que comprávamos para além daqueles que a minha mãe nos comprava]
Com as nossas economias/trocos/moedas, o dinheiro que nos davam para comprar material escolar.
[alguns exemplos]
[bolo de laranja dan cake]
| [torta com recheio de chocolate e avelã] |
| [porto ferreira] |
| [porto offley] |
| [porto velhotes] |
| [moscatel de favaios] |
| [meia lua mármore] [e outros] |
Uma questão de paisagem! O cenário circundante, tantas vezes montado mesmo à frente do nosso nariz. A ousadia de tantos e de muitos que nã...