Pesquisar no blogger

terça-feira, 19 de outubro de 2021

                                                                                      Histórias reais do riso!



Desde da casa à escola!

Desde a infância à idade adulta!

No trabalho!


Numa autêntica reação normal, rir daquilo que são posturas menos comuns e incorretas.

As gargalhadas de riso que fazem doer a barriga - o riso de fazer chorar de tanto rir

Quem será que nunca teve momentos assim!?

Alguns dos meus momentos de riso - aquelas gargalhadas que tem razão de ser - o que as provocou/tornou  tão saborosas.




[rir do que outros dizem/fazem e fazer rir]




Quando os mais novos, na infância gostam da nossa boa disposição, o expandir alegria e felicidade numa correta forma de bem falar.

[comunicativa]

Assim era eu e o meu irmão pequenino chamava-me [anuca] em vez de [Ana] pois estava numa fase inicial de começar a falar.





[o mais novo chamava-me pelo nome de forma incorreta - [anuca] que virou moda]

[o meu irmão mais novo gostava da minha presença e tentava imitar-me]



Na adolescência, são eles que chegam do café e nos contam o que certos adultos dizem, numas frases que inevitavelmente me faziam rir á gargalhada.



Achava piada à forma como os olhos azuis dele expressavam a vontade de rir, no exprimir em palavras certas barbaridades que mais concretamente "uma espécie de cromos que bebiam e falavam no café"]



Entendíamos bem tudo, sabíamos a forma correta de falar e dizer as coisas.

Eramos quatro e partilhávamos desses momentos!


 [partilhávamos ao mesmo tempo de outras coisa!]


[tipo bolos dan cake que comprávamos para além daqueles que a minha mãe nos comprava]

Com as nossas economias/trocos/moedas, o dinheiro que nos davam para comprar material escolar.

[alguns exemplos]




[bolo de laranja dan cake]


                                       

[torta com recheio de chocolate e avelã]
[porto ferreira]
[porto offley]
[porto velhotes]
[moscatel de favaios]
                      
[meia lua mármore]       

                                                                   [e outros]


Momentos de grande risota e partilha!
Mais tarde e mais crescidos na idade [juventude] o acompanhamento, era vinho do porto ou moscatel de Favaios, dependia das garrafas que estavam abertas na garrafeira do armário da sala.
[era às escondidas]   -     [em pouca quantidade para não descer muito no nível da garrafa, senão davam conta (era assim que dizíamos) - dão conta ]
                                
Pois a minha mãe dava-nos - se soubesse que comprávamos às escondidas para estarmos assim, na risota [achava muito]
                                       [numa risota de rir até chorar de riso]






[super divertido]



Depois o riso na escola [a risota na escola] nos intervalos com as asneiras que diziam determinados colegas.
Do tipo: "a professora estava sentada na secretária com as pernas abertas e sem cuecas [tinha-o como um cesto]
O João preto com a cobra que foi apanhar ao monte, junto do campo de futebol [enquanto faltou a uma aula]
                         [o João preto era um rapaz de cor negra, aluno da escola, muito indisciplinado quase não queria saber das aulas] e [todos lhe chamavam João preto]
Alguns temiam a atitude dele quando se enfurecia, a mim nunca me fez mal nenhum/algum.



[a professora sentada na secretária]






                                                             [o menino/aluno João preto]
Acho que ia com a minha cara!

Na escola e nos intervalos, muito ri com o que diziam os meus colegas, em gargalhadas e riso incontido.

[inevitável]

No trabalho, mais na altura do trabalho da área comercial, quando ficávamos no escritório a fazer trabalhos de marketing, telefonar, apresentar ofertas aos clientes, a preparar o nosso trabalho para o terreno e preparar correspondência para enviar aos clientes.
Nesses dias brincávamos e dizíamos frases engraçadas  entre colegas - um exemplo [o coelho não pode passar no setor frutas e verduras, senão pode comer a cenoura ao kiwi] esta frase foi minha na brincadeira com o meu colega [valeu uma forte gargalhada] muitas vezes de riso incontido.

Ora! Aqui está um breve comentário [um expor de situações e momentos de muito riso] 

A simplicidade da atitude e o prazer no riso [sem maldade]


                                                                                    [barrigadas de riso]
In  daminhajanela   abs   19 de outubro de 2021







Sem comentários:

Enviar um comentário

daminhajanela

  Uma questão de paisagem! O cenário circundante, tantas vezes montado mesmo à frente do nosso nariz. A ousadia de tantos e de muitos que nã...

Ave de voo