Histórias reais do riso!
Desde da casa à escola!Desde a infância à idade adulta!
No trabalho!
Numa autêntica reação normal, rir daquilo que são posturas menos comuns e incorretas.
As gargalhadas de riso que fazem doer a barriga - o riso de fazer chorar de tanto rir
Quem será que nunca teve momentos assim!?
Alguns dos meus momentos de riso - aquelas gargalhadas que tem razão de ser - o que as provocou/tornou tão saborosas.
[rir do que outros dizem/fazem e fazer rir]
Quando os mais novos, na infância gostam da nossa boa disposição, o expandir alegria e felicidade numa correta forma de bem falar.
[comunicativa]
Assim era eu e o meu irmão pequenino chamava-me [anuca] em vez de [Ana] pois estava numa fase inicial de começar a falar.
[o mais novo chamava-me pelo nome de forma incorreta - [anuca] que virou moda]
[o meu irmão mais novo gostava da minha presença e tentava imitar-me]
Na adolescência, são eles que chegam do café e nos contam o que certos adultos dizem, numas frases que inevitavelmente me faziam rir á gargalhada.
Achava piada à forma como os olhos azuis dele expressavam a vontade de rir, no exprimir em palavras certas barbaridades que mais concretamente "uma espécie de cromos que bebiam e falavam no café"]
Entendíamos bem tudo, sabíamos a forma correta de falar e dizer as coisas.
Eramos quatro e partilhávamos desses momentos!
[partilhávamos ao mesmo tempo de outras coisa!]
[tipo bolos dan cake que comprávamos para além daqueles que a minha mãe nos comprava]
Com as nossas economias/trocos/moedas, o dinheiro que nos davam para comprar material escolar.
[alguns exemplos]
[bolo de laranja dan cake]
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| [torta com recheio de chocolate e avelã] |
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| [porto ferreira] |
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| [porto offley] |
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| [porto velhotes] |
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| [moscatel de favaios] |
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[meia lua mármore]
[e outros]
Momentos de grande risota e partilha! Mais tarde e mais crescidos na idade [juventude] o acompanhamento, era vinho do porto ou moscatel de Favaios, dependia das garrafas que estavam abertas na garrafeira do armário da sala. [era às escondidas] - [em pouca quantidade para não descer muito no nível da garrafa, senão davam conta (era assim que dizíamos) - dão conta ] Pois a minha mãe dava-nos - se soubesse que comprávamos às escondidas para estarmos assim, na risota [achava muito] [numa risota de rir até chorar de riso]
[super divertido]
Depois o riso na escola [a risota na escola] nos intervalos com as asneiras que diziam determinados colegas. Do tipo: "a professora estava sentada na secretária com as pernas abertas e sem cuecas [tinha-o como um cesto] O João preto com a cobra que foi apanhar ao monte, junto do campo de futebol [enquanto faltou a uma aula] [o João preto era um rapaz de cor negra, aluno da escola, muito indisciplinado quase não queria saber das aulas] e [todos lhe chamavam João preto] Alguns temiam a atitude dele quando se enfurecia, a mim nunca me fez mal nenhum/algum.
[a professora sentada na secretária]
[o menino/aluno João preto] Acho que ia com a minha cara!
Na escola e nos intervalos, muito ri com o que diziam os meus colegas, em gargalhadas e riso incontido.
[inevitável]
No trabalho, mais na altura do trabalho da área comercial, quando ficávamos no escritório a fazer trabalhos de marketing, telefonar, apresentar ofertas aos clientes, a preparar o nosso trabalho para o terreno e preparar correspondência para enviar aos clientes. Nesses dias brincávamos e dizíamos frases engraçadas entre colegas - um exemplo [o coelho não pode passar no setor frutas e verduras, senão pode comer a cenoura ao kiwi] esta frase foi minha na brincadeira com o meu colega [valeu uma forte gargalhada] muitas vezes de riso incontido.
Ora! Aqui está um breve comentário [um expor de situações e momentos de muito riso]
A simplicidade da atitude e o prazer no riso [sem maldade]
[barrigadas de riso] In daminhajanela abs 19 de outubro de 2021
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